Debates / palestras-performances entre artistas da Região Metropolitana de Sorocaba e de alguma região da cidade, do estado ou país, visando a troca de experiências a partir de diferentes perspectivas, vivências e olhares para pesquisas e produções artísticas contemporâneas, com características transdisciplinares.

MARCAS E MEMÓRIAS COMO TERRITÓRIOS DE CRIAÇÃO EM PERFORMANCE

Entoando enredos performáticos para tempos de asfixia, pretende-se refletir sobre a criação a partir da cartografia íntima do ambiente privado, das memórias dos quintais, das lembranças pré-pandêmicas e de mensagens de whatsapp.

HÉRCULES SOARES

Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos, co-fundador do Coletivo Cê, onde já participou de diversos espetáculos teatrais como ator e diretor.  Com mais de 20 anos de carreira, já dirigiu Tom Zé no espetáculo “Discurso Político. Participou como ator do filme “Paixão no circo”. Atualmente está participando do processo de pesquisa em teatro verbatim com o espetáculo “Dois dedos parágrafos” com o Coletivo Cê.

MARTA SOARES

Marta Soares é performer e coreógrafa.Desenvolve trabalhos que pesquisam possibilidades de interseções entre a dança, as artes visuais, a arte performática e a música. Possui graduação em artes pela State University of New York (SUNY). Mestrado em Comunicação e Semiótica e Doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Entre suas produções destacam-se:  “Les Poupées”, “Formless”, “O Homem de Jasmim”, “O Banho”, “Um corpo que não aguenta mais”, “Vestígios”, “Deslocamentos” e “Bondages”. Marta recebeu, entre outras, as bolsas para artista da Fundação Japão através da qual estudou com Kazuo Ohno em Tóquio e da Fundaç&atild! e;o  John Simon Guggenheim.

ALEXANDRE MALHONE

Quinta geração de artistas circenses e nascido no circo, neto do famoso palhaço Pirolito. Desde criança atua como ator de Circo-Teatro. Com 40 anos de carreira e mais de 30 anos como palhaço, trabalhou em alguns dos principais Circos de Picadeiro no Brasil. Atualmente é diretor responsável e ator do Circo – Teatro Guaraciaba. Por dez anos (2009 a 2019) fez parte do elenco da Trupe Koskowisck, atuando como palhaço em diversos festivais e convenções de circo no Brasil e em outros países como Argentina, Equador, Espanha, Portugal e El Salvador.

VULCANICA POKAROPA

Travesti formada em Fotografia, Mestra em teatro pela UDESC, sua pesquisa aborda a presença de pessoas Transexuais, Travestis e Não Bináries no Teatro e Performance, onde a série “Desaquenda” foi seu principal trabalho do Mestrado e está disponível no youtube pelo canal da “Cucetas Produções. Pesquisa bambolê e comicidade e integra a Cia Fundo Mundo, cia de circo formada exclusivamente por pessoas Transexuais, Travestis e Não Bináries. Performer, Poeta, Artista Plástica e Visual, Produtora Cultural, Curadora.

ENCONTRO DO CIRCO TRADICIONAL E CONTEMPORÂNEO

Faremos o encontro entre circo tradicional e contemporâneo, pensando e repensando seus fazeres e as brechas que precisam de uma atenção maior para que façamos uma arte mais inclusiva em diversos aspectos, seja na formação, no mercado de trabalho, nas escolhas de como e quem faz. Unir essas duas linguagens se faz necessário.

ENCONTRO DO CIRCO TRADICIONAL E CONTEMPORÂNEO

Faremos o encontro entre circo tradicional e contemporâneo, pensando e repensando seus fazeres e as brechas que precisam de uma atenção maior para que façamos uma arte mais inclusiva em diversos aspectos, seja na formação, no mercado de trabalho, nas escolhas de como e quem faz. Unir essas duas linguagens se faz necessário.

ALEXANDRE MALHONE

Quinta geração de artistas circenses e nascido no circo, neto do famoso palhaço Pirolito. Desde criança atua como ator de Circo-Teatro. Com 40 anos de carreira e mais de 30 anos como palhaço, trabalhou em alguns dos principais Circos de Picadeiro no Brasil. Atualmente é diretor responsável e ator do Circo – Teatro Guaraciaba. Por dez anos (2009 a 2019) fez parte do elenco da Trupe Koskowisck, atuando como palhaço em diversos festivais e convenções de circo no Brasil e em outros países como Argentina, Equador, Espanha, Portugal e El Salvador.

VULCANICA POKAROPA

Travesti formada em Fotografia, Mestra em teatro pela UDESC, sua pesquisa aborda a presença de pessoas Transexuais, Travestis e Não Bináries no Teatro e Performance, onde a série “Desaquenda” foi seu principal trabalho do Mestrado e está disponível no youtube pelo canal da “Cucetas Produções. Pesquisa bambolê e comicidade e integra a Cia Fundo Mundo, cia de circo formada exclusivamente por pessoas Transexuais, Travestis e Não Bináries. Performer, Poeta, Artista Plástica e Visual, Produtora Cultural, Curadora.

CORPO-IMPULSIVO, CORPO-IMPOSSÍVEL

Quando a sociedade da imagem categoriza e achata subjetividades em trânsito, impulsos imprevisíveis anunciam outras formas de existência? Como descolonizar o corpo-imagem? Como transgredir os impulsos? Como construir outras imagens e sentidos de um corpo impossível?

ANDRÉIA NHUR

Artista, pesquisadora e professora no Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP. É graduada em Dança pela UNICAMP e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP , com estágio na Universidade de Paris 8 (França). Como artista, trabalha na interface entre dança, música e teatro, em trabalhos solos e colaborações. Já se apresentou em festivais internacionais em Portugal, Bélgica, Argentina, Bolívia e Brasil. Atualmente, vive na Bélgica e desenvolve pesquisa como professora visitante na Universidade de Ghent.

MARCELA BONFIM

Marcela Bonfim; era outra até os 27 anos. Em SP, acreditava no discurso da meritocracia. Já em Rondônia, adquiriu uma câmera fotográfica e no lugar das ideias deu espaço a imagens de uma Amazônia afastada das mentes sudestinas, mas latentes ao lugar e às inúmeras potências antes desconhecidas a seu próprio corpo recém enegrecido.

MARIO PERSICO

Coordena o Núcleo de Artes Cênicas da Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba. Tem sua formação teatral iniciada em 1976. Destaca-se em sua carreira “A Mulher Zumbi”, que excursionou para Portugal em 1999 e em 1998 representou o Brasil no XII Entepola em Santiago do Chile. Em 2007 foi Aluno Especial de Mestrado pela ECA – USP. Na disciplina :Teoria e Prática da Peça Didática de Bertold Brecht- Prof.: Ingrid Dormien Koudela. Em 2010 concluiu pós graduação latu sensu em Pedagogia do Teatro pela Universidade de Sorocaba. Coordena o TEATRO ESCOLA MARIO PERSICO, espaço criado em 2013 para formação de atores.

NAINE TERENA

Naine Terena atua na Oráculo Comunicação, Educaçao e Cultura, onde realiza assessorias, consultorias, elaboração de projetos, programação cultural/educativa, curadorias entre outras atividades que envolvam arte/educação/comunicação e pesquisa. É docente da União das Faculdades Católicas de Mato Grosso. Doutora em Educação, mestre em artes, graduada em comunicação social, é docente na Faculdade católica de Mato Grosso É docente da Especialização em Gestão Cultural Contemporânea:  da Ampliação do Repertório Poético à  Construção de Equipes Colaborativas. (SP); Foi curadora da Exposição ‘Véxoa – Nós sabemos’ da Pinacoteca de SP.

CULTURA E IDENTIDADE

Quais os entrecruzamentos entre produções artísticas da Região Metropolitana de Sorocaba e do Centro-Oeste brasileiro e quais as relações e influências dos territórios e das comunidades no fazer artístico?

CULTURA E IDENTIDADE

Quais os entrecruzamentos entre produções artísticas da Região Metropolitana de Sorocaba e do Centro-Oeste brasileiro e quais as relações e influências dos territórios e das comunidades no fazer artístico?

MARIO PERSICO

Coordena o Núcleo de Artes Cênicas da Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba. Tem sua formação teatral iniciada em 1976. Destaca-se em sua carreira “A Mulher Zumbi”, que excursionou para Portugal em 1999 e em 1998 representou o Brasil no XII Entepola em Santiago do Chile. Em 2007 foi Aluno Especial de Mestrado pela ECA – USP. Na disciplina :Teoria e Prática da Peça Didática de Bertold Brecht- Prof.: Ingrid Dormien Koudela. Em 2010 concluiu pós graduação latu sensu em Pedagogia do Teatro pela Universidade de Sorocaba. Coordena o TEATRO ESCOLA MARIO PERSICO, espaço criado em 2013 para formação de atores.

NAINE TERENA

Naine Terena atua na Oráculo Comunicação, Educaçao e Cultura, onde realiza assessorias, consultorias, elaboração de projetos, programação cultural/educativa, curadorias entre outras atividades que envolvam arte/educação/comunicação e pesquisa. É docente da União das Faculdades Católicas de Mato Grosso. Doutora em Educação, mestre em artes, graduada em comunicação social, é docente na Faculdade católica de Mato Grosso É docente da Especialização em Gestão Cultural Contemporânea:  da Ampliação do Repertório Poético à  Construção de Equipes Colaborativas. (SP); Foi curadora da Exposição ‘Véxoa – Nós sabemos’ da Pinacoteca de SP.

TEATRO DE RUA E PERFORMANCE: POSSIBILIDADES E LIMITES DAS ARTES PÚBLICAS

A cada nova investida do conservadorismo, o individualismo se efetiva em um novo campo e de um novo modo, operando cada vez mais para apartar as pessoas e diluir suas capacidades argumentativas e de manifestação. Em espaços de manifestações públicas, quais os diálogos e fronteiras entre o teatro de rua e a performance? No encontro direto com o público, quais as potencialidades e os limites destas práticas?

FLÁVIO MELO

Ator, diretor e professor de teatro, doutorando em Artes na UNESP/IA. Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR/Sor. (2019). Especialista em Metodologia do Ensino de Artes, graduado em Teatro/Arte-Educação. É Técnico Ator pelo SENAC. Foi professor na Universidade de Sorocaba – UNISO (2016-2017), é professor no Conservatório de Tatuí (2017 – atual). É membro do grupo teatral Nativos Terra Rasgada (2003 – atual). Integrou o Grupo Redator na elaboração do Plano Municipal de Cultura de Sorocaba (2015).

PRISCILA REZENDE

É artista visual e trabalha principalmente com a performance, desenvolvendo também trabalhos em instalação e fotografia. Raça, identidade, inserção e presença do indivíduo negro e das mulheres na sociedade contemporânea são os principais norteadores e questionamentos levantados no trabalho de Priscila Rezende. Partindo de suas próprias experiências, limitações impostas, discriminação e estereótipos são expostas em ações corporais viscerais, que buscam estabelecer com o público um diálogo direto e claro.  Priscila é graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard-UEMG (Belo Horizonte, Brasil) com habilitação em Fotografia e Cerâmica. Dentre sua atuação destaca-se a presença em exposições em diversas regiões do Brasil como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Amapá e Rio Grande do Sul e em países como Alemanha, Inglaterra, EUA, Espanha, Holanda e Polônia.

BRUNO VIEIRA LOTTELLI

Cineasta e Educador. É bacharel e mestre em Audiovisual pela ECA/USP e professor no Centro Universitário Nossa Sra. do Patrocínio (CEUNSP). Atualmente, realiza projetos em mídias imersivas e interativas, com destaque para: “O Híbirdo” (VR), “Aqui/Ali: Ver/Ouvir/Através” (VR) e “Terra(s) Rasgada(s)” (Webdoc), a serem lançados ainda este ano. Em 2012 iniciou seus estudos sobre dramaturgia teatral e desde 2014 atua junto à Plataforma de Pesquisas Cunhantã, focada na experimentação entre cinema, teatro e performance. É editor da revista AGRESTE e membro do ICine – Fórum de Cinema do Interior Paulista.

LUH MAZA

Roteirista de teatro, cinema e tv, diretora e atriz. Escreveu para a série Sessão de Terapia (2019) do Globoplay/GNT, pela qual foi indicada ao Prêmio ABRA de Roteirista do Ano. Recebeu o troféu de bronze de roteiro no festival El Ojo de Iberoamerica da Argentina e o prêmio Inclusive and Creative Awards Campaign dos Estados Unidos pelo curta Trinta e Cinco (2019). Sua dramaturgia teatral está publicada na coleção Primeiras Obras (Imprensa Oficial, 2009) – finalista do Prêmio Jabuti de Literatura -, no livro Teatro (Chiado Editora, 2015) e na antologia Dramaturgia Negra (Funarte, 2019). Dirigiu diversos espetáculos entre eles “Carne Viva” (2015) em Portugal, “Kiwi” (2016), ganhador do Prêmio Aplauso Brasil de melhor espetáculo e “Transtopia” (2019) no Theatro Municipal de São Paulo.

A QUESTÃO DA MISE-EN-SCENE QUANDO O TEATRO ENCONTRA O AUDIOVISUAL

A partir do conceito de mise-en-scéne, este encontro irá abordar as imbricações entre as artes cênicas e o audiovisual, privilegiando a análise de obras realizadas com o auxílio de plataformas digitais.

A QUESTÃO DA MISE-EN-SCENE QUANDO O TEATRO ENCONTRA O AUDIOVISUAL

A partir do conceito de mise-en-scéne, este encontro irá abordar as imbricações entre as artes cênicas e o audiovisual, privilegiando a análise de obras realizadas com o auxílio de plataformas digitais.

BRUNO VIEIRA LOTTELLI

Cineasta e Educador. É bacharel e mestre em Audiovisual pela ECA/USP e professor no Centro Universitário Nossa Sra. do Patrocínio (CEUNSP). Atualmente, realiza projetos em mídias imersivas e interativas, com destaque para: “O Híbirdo” (VR), “Aqui/Ali: Ver/Ouvir/Através” (VR) e “Terra(s) Rasgada(s)” (Webdoc), a serem lançados ainda este ano. Em 2012 iniciou seus estudos sobre dramaturgia teatral e desde 2014 atua junto à Plataforma de Pesquisas Cunhantã, focada na experimentação entre cinema, teatro e performance. É editor da revista AGRESTE e membro do ICine – Fórum de Cinema do Interior Paulista.

LUH MAZA

Roteirista de teatro, cinema e tv, diretora e atriz. Escreveu para a série Sessão de Terapia (2019) do Globoplay/GNT, pela qual foi indicada ao Prêmio ABRA de Roteirista do Ano. Recebeu o troféu de bronze de roteiro no festival El Ojo de Iberoamerica da Argentina e o prêmio Inclusive and Creative Awards Campaign dos Estados Unidos pelo curta Trinta e Cinco (2019). Sua dramaturgia teatral está publicada na coleção Primeiras Obras (Imprensa Oficial, 2009) – finalista do Prêmio Jabuti de Literatura -, no livro Teatro (Chiado Editora, 2015) e na antologia Dramaturgia Negra (Funarte, 2019). Dirigiu diversos espetáculos entre eles “Carne Viva” (2015) em Portugal, “Kiwi” (2016), ganhador do Prêmio Aplauso Brasil de melhor espetáculo e “Transtopia” (2019) no Theatro Municipal de São Paulo.

CARTA PARA FUTUROS ESPIRALADOS

Uma carta para os futuros espiralados que não conhecemos mas somos capazes de sonhar. Poéticas do encontro no isolamento. Corpo no mundo como parte de uma dança que começou antes e não terminará. Encarnar a metamorfose ininterrupta. Voo, cor, água.

PRINCESA RICARDO

Princesa Ricardo Marinelli está algo escapado em meio às identidades de gênero e sexuais. Escapante por estratégia e convicção. Artista da dança, Terrorista de gênero. Cursou Licenciatura em Educação Física e Mestrado em Educação na UFPR e atualmente desenvolve pesquisa de Doutorando em Performances Culturais na UFG. Integra o corpo docente do curso de Dança da FAP-UNESPAR, onde também coordena o CEDH (Centro de Educação em Direitos Humanos). Quer mesmo é tocar fogo no antigo e no novo normal.

DAIA MOURA

Atriz, performer, arte-educadora e pesquisadora. Doutoranda e mestra em educação pela UFSCAR (Sorocaba). Integra o Coletivo Cênico Mulheres de Utopias, a Plataforma de Pesquisas Cunhãntã. Atua nas redes feministas Mulher em Perspectiva e Interpretas. Pesquisadora do Grupo de Pesquisas NEGDS – Núcleo de Estudos de Gênero, Diferenças e Sexualidades da Universidade Federal de São Carlos. Intercambista na Universidad Mayor (2007-2008) nas áreas de Dança, Cinema e Teatro. Seus principais temas de pesquisa são relacionados à: Artes Cênicas, Mulher Negra, Corpo, Memória, Utopias, Respiração e Arte Educação.

JOSÉ SIMÕES

Professor, encenador e pesquisador nas áreas da Sociologia do Teatro e Pedagogia do Teatro. Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas; Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo, Pós-doutorado pelo Centro de Estudos Sociais/Universidade de Coimbra e pela Fundação Carlos Chagas. Co-organizador do Léxico da Pedagogia do Teatro e do livro Cidade e Espetáculo: A cena teatral luso-brasileira contemporânea. Membro fundador da Rede de Teatro da Região Metropolitana de Sorocaba.

DODI LEAL

Travesti educadora e pesquisadora em Artes Cênicas. Professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação (CFAC) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Dedica-se aos estudos da performance e visualidades da cena e do corpo, perpassando por ações de crítica teatral, curadoria e pedagogia das artes. Doutora em Psicologia Social (IP-USP), com estágio doutoral no programa de Doutoramento em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, concentração na área de Estudos Teatrais e Performativos, e licenciada em Artes Cênicas (ECA-USP). Líder do Grupo de Pesquisa Pedagogia da Performance: visualidades da cena e tecnologias críticas do corpo.

O LUGAR E A CIDADE

O lugar teatral e a sua distribuição nas cidades revelam um texto cultural que reflete importantes transformações da sociedade e permite a compreensão da atividade teatral como um agente de comunicação.  A proposta é discutir as relações do lugar teatral, para além do edifício teatral: com a cidade, se propondo, ao final, discutir tal relação como um processo co-evolutivo.

O LUGAR E A CIDADE

O lugar teatral e a sua distribuição nas cidades revelam um texto cultural que reflete importantes transformações da sociedade e permite a compreensão da atividade teatral como um agente de comunicação.  A proposta é discutir as relações do lugar teatral, para além do edifício teatral: com a cidade, se propondo, ao final, discutir tal relação como um processo co-evolutivo.

JOSÉ SIMÕES

Professor, encenador e pesquisador nas áreas da Sociologia do Teatro e Pedagogia do Teatro. Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas; Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo, Pós-doutorado pelo Centro de Estudos Sociais/Universidade de Coimbra e pela Fundação Carlos Chagas. Co-organizador do Léxico da Pedagogia do Teatro e do livro Cidade e Espetáculo: A cena teatral luso-brasileira contemporânea. Membro fundador da Rede de Teatro da Região Metropolitana de Sorocaba.

DODI LEAL

Travesti educadora e pesquisadora em Artes Cênicas. Professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação (CFAC) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Dedica-se aos estudos da performance e visualidades da cena e do corpo, perpassando por ações de crítica teatral, curadoria e pedagogia das artes. Doutora em Psicologia Social (IP-USP), com estágio doutoral no programa de Doutoramento em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, concentração na área de Estudos Teatrais e Performativos, e licenciada em Artes Cênicas (ECA-USP). Líder do Grupo de Pesquisa Pedagogia da Performance: visualidades da cena e tecnologias críticas do corpo.

A FAÍSCA NOS OLHOS DA ONÇA: OU SERÁ UM VAGALUME?

A construção de uma nova racionalidade passa por mergulhos por entre vieses da memória e do imaginário. No Brasil, este exercício passa, necessariamente, pela busca das vozes da ancestralidade indígena brasileira, mais potente e viva hoje apesar do massacre que ocorre há quinhentos anos. Refletir esta potência passa a ser a régua e o compasso de nossa criação artística e desta palestra.

CLEIDE RIVA CAMPELO

Coordenadora do grupo Tutu-Marambá, Pesquisas das Artes do Corpo, criado em 2008, onde desenvolve pesquisas sobre corpo, performance, arte e cultura brasileira e suas raízes. É mestre e doutora em Comunicação e Semiótica, PUCSP e autora do livro Cal(e)idoscorpos, Um  Estudo Semiótico do Corpo e Seus Códigos. Em torno do corpo, tem ensaiado voos que se originam a partir de sonhos; a partir de estudos sobre a ancestralidade indígena, africana, europeia e oriental; a partir da poesia e das artes em geral. Tudo sendo processado, à medida do possível, enquanto movimento.

DENILSON BANIWA

Denilson Baniwa, 36 anos, nasceu em Mariuá, no Rio Negro, Amazonas. Sua trajetória como artista inicia-se a partir das referências culturais de seu povo já na infância. Na juventude, o artista inicia a sua trajetória na luta pelos direitos dos povos indígenas e transita pelo universo não-indígena apreendendo referenciais que fortaleceriam o palco dessa resistência. Denilson Baniwa é um artista antropófago, pois apropria-se de linguagens ocidentais para descolonizá-las em sua obra. O artista em sua trajetória contemporânea consolida-se como referência, rompendo paradigmas e abrindo caminhos ao protagonismo dos indígenas no território nacional.

FELIPE ALDUINA

Artista-pesquisadore e Prof. de Arte. Graduade em licenciatura em Dança pela Universidade de Sorocaba (UNISO); Idealizadore e artista da Dança no Projeto: Transcoreografar a Cidade (ProAC-2019); Estuda Filosofia Política e é prof. assistente de Dança Contemporânea em Parque da Autonomia – Votorantim/SP; Artista-pesquisadore na C.U.C.E.T.A. (Coletivo Urbano de Criação Estética Temporária Artística); Orientadore social na APAE Sorocaba; Artista da dança-pesquisadore no Projeto: Dança Transitória (LINC/Sorocaba – 2018); Integrante dos grupos Coletivo Incorpóreo (2017) e Katharsis Teatro (2017-2019); Co-fundadore, intérprete e preparadore corporal do Grupo Teatral Gente de Quem? – Cerquilho/SP (2013-2018) e da Mostra Teatral de Cerquilho.

ELEONORA FABIÃO

Eleonora Fabião é performer e teórica da performance. Realiza ações, exposições, palestras, leciona e publica internacionalmente. Trabalha com matérias diversas – humanas e não-humanas, visíveis e invisíveis, leves e pesadas, estético-políticas. Série Coisas Que Precisam Ser Feitas (2015) é o título de um trabalho e, também, um modo de referir-se à prática. Professora da UFRJ, Escola de Comunicação – Graduação em Direção Teatral e Pós em Artes da Cena. Doutora e Mestre em Estudos da Performance (New York University) e Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio). Pesquisadora CNPq-nível 2. Artista convidada da 34ª Bienal de São Paulo.

UM ABISMO ENTRE O TÍTULO, A SINOPSE E O ENCONTRO

um fragmento, encontro, corpos. espaço de conexão de ausência e presença. eleonora e felipe. rio de janeiro e sorocaba. fabião pesquisa performance e faz ações na rua. alduina dança na rua e pesquisa corpocidade. pretendem fazer coisas acontecerem sem saber onde derivará.

UM ABISMO ENTRE O TÍTULO, A SINOPSE E O ENCONTRO

um fragmento, encontro, corpos. espaço de conexão de ausência e presença. eleonora e felipe. rio de janeiro e sorocaba. fabião pesquisa performance e faz ações na rua. alduina dança na rua e pesquisa corpocidade. pretendem fazer coisas acontecerem sem saber onde derivará.

FELIPE ALDUINA

Artista-pesquisadore e Prof. de Arte. Graduade em licenciatura em Dança pela Universidade de Sorocaba (UNISO); Idealizadore e artista da Dança no Projeto: Transcoreografar a Cidade (ProAC-2019); Estuda Filosofia Política e é prof. assistente de Dança Contemporânea em Parque da Autonomia – Votorantim/SP; Artista-pesquisadore na C.U.C.E.T.A. (Coletivo Urbano de Criação Estética Temporária Artística); Orientadore social na APAE Sorocaba; Artista da dança-pesquisadore no Projeto: Dança Transitória (LINC/Sorocaba – 2018); Integrante dos grupos Coletivo Incorpóreo (2017) e Katharsis Teatro (2017-2019); Co-fundadore, intérprete e preparadore corporal do Grupo Teatral Gente de Quem? – Cerquilho/SP (2013-2018) e da Mostra Teatral de Cerquilho.

ELEONORA FABIÃO

Eleonora Fabião é performer e teórica da performance. Realiza ações, exposições, palestras, leciona e publica internacionalmente. Trabalha com matérias diversas – humanas e não-humanas, visíveis e invisíveis, leves e pesadas, estético-políticas. Série Coisas Que Precisam Ser Feitas (2015) é o título de um trabalho e, também, um modo de referir-se à prática. Professora da UFRJ, Escola de Comunicação – Graduação em Direção Teatral e Pós em Artes da Cena. Doutora e Mestre em Estudos da Performance (New York University) e Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio). Pesquisadora CNPq-nível 2. Artista convidada da 34ª Bienal de São Paulo.