Uma tentativa de se lembrar. Um estado em colapso. Uma “Carta para dias cinzentos”. Um beijo de novela. Uma casa como palco investigativo para tentar nomear o que acontece lá fora. Um novo respirar, novas formas de re-respirar. Uma artista preta emprestando seu corpo e voz para a urgência de entregar a colheita. Ogun e Oyã. Pensamentos intrusivos e obsessivos. Múltiplos possíveis lirismos. Novos ares que possam preencher sua quase-falta. Pequenas ações. Uma caixa e uma história. Sonhos que se apagam por um instante. Chuva de anseios, lembranças, aproximando-nos de nós mesmos. Histórias de espíritos e malassombros. Controladores para disparar luzes, projeção e música. Corpos nus e azulados exercendo a forma absoluta de liberdade. Três palhaços que tentam tirar suas maquiagens e acabam se maquiando novamente. Um movimento da sonata para guitarra de Antonio José, descoberto muitos anos após a morte do compositor. Relações entre corpo e tecnologia.

O derreter de ouro com uma lupa. Um corpo coberto de terra buscando por C U R A, friccionado perante a geografia de pedras. A vida em xeque. Um coração em chamas. Uma caminhada pela cidade. Sons da rua. Neo soul e musicalidade brasileira enriquecidos com programações eletrônicas. Dois fêmures. Um corpo que dança isolado. Um ritual particular numa celebração à energia e aos arquétipos de Oxum. Um humano que viaja com sua espaçonave por diversas dimensões buscando extinguir um personagem abominável da história. Marcas que convocam à brincadeira, negra, ancestral e resiliente.

A descolonização da mente e da vida prática. A performance e o rap. Texturas híbridas, luzes e códigos. Reflexões em movimento. O pensamento de Carlos Roberto Mantovani. Um corpo que transcende sua forma humana para dialogar com as profundezas da existência. O que pode acontecer na casa de uma palhaça? Quais são os sons que entre nosso ponto de partida e ponto de chegada? Como seria organizar esses sons e transformá-los em uma canção? Quem segura a força da cachoeira à meia noite na lua cheia? Quem guarda as gotículas que nascem da violência com que a água arrebata as pedras? Pensa e vai e também não pensa, só vai. Mas vai! (Trechos das sinopses dos trabalhos que serão apresentados).

Terra batida: Orisà, Corporalidade,Tecnologia no áudio visual

Este vídeo-dança aborda a natureza que os orisà Ogun e Oyã expressam por meio de sua dança, foco do trabalho. Por meio de toques e cantos das divindades citadas acima a Multiartista Renata Ferraz retrata gestos, movimentos , representações de seus elementos , partindo do principio que tanto o ambiente como a artista são a representação viva dessas divindades.

Direção Artística e Coreográfica: Renata Ferraz
Figurino: Jessica Hiroko
Costureira: Jessica Hiroko
Seleção Musical: Renata Rocha Ferraz
Produção: Nome de Campos e Caio
Audio Visual: Artur Magalhães
Multiartista: Renata Ferraz

“Transe” apresenta muitas das facetas de Gabrela, multi-artista do interior de São Paulo que aborda questões sobre a descolonização da mente e da vida prática.

O audiovisual, a performance e o rap se encontram nessa produção que conduz a um profundo mergulho para dentro de si.

Produção Executiva: Laura Crepaldi
Assistente de Produção: Jessi
Roteiro: Guilherme Fogaça
Direção: Gabrela
1º Assistente de Direção: Guilherme Fogaça
Direção de Fotografia: Jan
Direção de Arte: Giulia Baptistella
Preparadora de Elenco: Rafaela Ferraz
Making Of: Gaba
Montagem Making Of
VFX
Lançamento mixtape e videoclipe
Produtora de Conteúdo: Brandini
Montagem: Jan

Transe

Transe

“Transe” apresenta muitas das facetas de Gabrela, multi-artista do interior de São Paulo que aborda questões sobre a descolonização da mente e da vida prática.

O audiovisual, a performance e o rap se encontram nessa produção que conduz a um profundo mergulho para dentro de si.

Produção Executiva: Laura Crepaldi
Assistente de Produção: Jessi
Roteiro: Guilherme Fogaça
Direção: Gabrela
1º Assistente de Direção: Guilherme Fogaça
Direção de Fotografia: Jan
Direção de Arte: Giulia Baptistella
Preparadora de Elenco: Rafaela Ferraz
Making Of: Gaba
Montagem Making Of
VFX
Lançamento mixtape e videoclipe
Produtora de Conteúdo: Brandini
Montagem: Jan

Caostrofobia

Corpos nus e azulados exercem a forma absoluta de liberdade. Numa dança compassada, os movimentos limpos são sincronizados com os sintetizadores e as palavras contundentes ditas pela voz grave que questiona sobre a tristeza como potencial criativo e o cerceamento diário de direitos.

Clipe – Corvinho Filmes
Roteiro – Gabriel Paixão e Henrique Ravelli
Direção – Gabriel Paixão
Direção de Fotografia – Thiago Roma
Montagem e finalização – Thiago Roma

Apoio : Maloca Centro Criativo e Seven Cats Filmes.

Corpos : Anderson Nascimento, Daiana de Moura, Davi Araújo, Gladson Flebertty, Henrique Ravelli, João Goulart, Laís Zanetti, Lauren Lopes, Lucas Moraes, Lúcia Justo, Marina Maeve, Matheus Zanetti, Mimi Naoi, Natalie Mess, Renan Castro, Rosa Piva.

Música
Instrumentos, letra e Voz : Henrique Ravelli
Preparador de Voz : Valdemir Carvalho
Mix : Henrique Ravelli
Colaboração Mix : Peu Ribeiro
Masterização : João Antunes

Quem segura a força da cachoeira à meia noite na lua cheia? Quem guarda as gotículas que nascem da violência com que a água arrebata as pedras? As palavras gritam para não serem mais aprisionada, a vida-obra se transmuta gingando e se esquivando dos nomes, das categorias, das caixas. Arte como grito, fuga e cura. Corpo nuvem sem nome utopia de plurais.

Concepção e ação: Daia Moura
Captação: Daia Moura e Cau Peracio
Edição e finalização: Bruna Machado
Produção: Vanessa Soares

Eu Palavra

Eu Palavra

Quem segura a força da cachoeira à meia noite na lua cheia? Quem guarda as gotículas que nascem da violência com que a água arrebata as pedras? As palavras gritam para não serem mais aprisionada, a vida-obra se transmuta gingando e se esquivando dos nomes, das categorias, das caixas. Arte como grito, fuga e cura. Corpo nuvem sem nome utopia de plurais.

Concepção e ação: Daia Moura
Captação: Daia Moura e Cau Peracio
Edição e finalização: Bruna Machado
Produção: Vanessa Soares

Eldorado

No dia 20 de Março de 2016 parti para a cidade de Macapá, procurando o lugar na terra mais perto do sol. Nesse dia acontece o equinócio, comformação planetária onde a distância entre a terra e o sol é a menos possível, nada melhor para refazer uma brincadeira de criança só que mais “profissional”. Lembrei da Geologia, que estudei em meados dos anos 90, e no Amapá desde muito cedo houve garimpo de ouro, pronto, vou derreter ouro com uma lupa.

vídeo gravado sem nenhuma outra participação

No mundo contemporâneo, as pessoas buscam “novos” ares que possam preencher sua quase-falta. Um novo respirar, novas formas de re-respirar. Através do lirismo do seu fazer, o AR-tista vem tentAR encher os bronquios dos que quiserem partilhAR também dos seus SUSPIROS. A AR-te… vem te recordar que para além de respirar, a gente quer susPIRAR !
Viver é mais !

Direção, Roteiro, Produção, Atuação: Guilherme Telli
Direção de Fotografia e Técnica: Nando Gatti
Montagem e Finalização: Alexandre Valentim
Trilha Sonora: Mauricio Nogueira

(RES/SUS)PIRO

(RES/SUS)PIRO

No mundo contemporâneo, as pessoas buscam “novos” ares que possam preencher sua quase-falta. Um novo respirar, novas formas de re-respirar. Através do lirismo do seu fazer, o AR-tista vem tentAR encher os bronquios dos que quiserem partilhAR também dos seus SUSPIROS. A AR-te… vem te recordar que para além de respirar, a gente quer susPIRAR !
Viver é mais !

Direção, Roteiro, Produção, Atuação: Guilherme Telli
Direção de Fotografia e Técnica: Nando Gatti
Montagem e Finalização: Alexandre Valentim
Trilha Sonora: Mauricio Nogueira

Não ta Okay

Um humano viaja com sua espaçonave por diversas dimensões buscando extinguir um personagem abominável da história.

Conceito e Roteiro por Victor Fortes e Ítalo Riber
Animação e edição por Victor Fortes

A videoperfomance O Caminhar simbolicamente convida o espectador a refletir sobre nossa caminhada pela Terra. A metáfora é traçada pela imagem de dois fêmures que também evocam nossa condição final enquanto matéria, nos igualando num senso coletivo de finitude.
Quais são as marcas que estamos deixando no planeta e quais legados pretendemos deixar para aqueles que estão chegando agora?

Performance, filmagem e edição de vídeo:
Fábio Florentino

O Caminhar

O Caminhar

A videoperfomance O Caminhar simbolicamente convida o espectador a refletir sobre nossa caminhada pela Terra. A metáfora é traçada pela imagem de dois fêmures que também evocam nossa condição final enquanto matéria, nos igualando num senso coletivo de finitude.
Quais são as marcas que estamos deixando no planeta e quais legados pretendemos deixar para aqueles que estão chegando agora?

Performance, filmagem e edição de vídeo:
Fábio Florentino

Processos de Cura – Justiça

Ao sair das águas, o corpo coberto de terra busca por C U R A, friccionando-o perante a geografia de pedras castigadas pelo sistema técnico. Os processos de exploração daquela região revelam silêncios, vibram as ancestralidades presentes nas rochas, uma força divina além de pura materialidade. Rocha é origem mãe. O trabalho foi idealizado durante tempos pandêmicos, carregando marcas de gasturas, escassez, a solidão em forma de pulsar criativo, é um grito calado por justiça no país perna de pau!

Idealização e Execução : Pamdora Pamdora
Fotografia e Edição: Thiago Roma
Preparação Corporal e Assist. de Produção: Marta Almeida
Agradecimentos: Camila Moura, Douglas Emílio e Mayara Faveri
Local: Pedreira de Votorantim (SP)

O palhaço no circo tradicional é quem leva o espetáculo e todo seu enredo, as expressões físicas e faciais são exacerbadas e espalhafatosas prendendo assim a atenção, e conduzindo o publico ao imaginário lúdico. Neste trabalho o palhaço Kaco mostra que a intensidade nas movimentações claunescas são mutáveis, e a atenção pode ser mantida mesmo com pequenas ações.

Felipe Ricardo de Oliveira – criação e apresentação
Thiago Vieira – edição e captação de video

Dança Minimalista

Dança Minimalista

O palhaço no circo tradicional é quem leva o espetáculo e todo seu enredo, as expressões físicas e faciais são exacerbadas e espalhafatosas prendendo assim a atenção, e conduzindo o publico ao imaginário lúdico. Neste trabalho o palhaço Kaco mostra que a intensidade nas movimentações claunescas são mutáveis, e a atenção pode ser mantida mesmo com pequenas ações.

Felipe Ricardo de Oliveira – criação e apresentação
Thiago Vieira – edição e captação de video

Os Palhaços de Cornélio Pires

Três palhaços tentam se despir de seus figurinos e maquiagens, porém, parecem estar eternamente presos no tempo, em seu ofício. Toda vez que tentam tirar suas maquiagens acabam se maquiando novamente, como se estivessem para sempre dentro de um circo-teatro. Mas a alegria e a vocação de realizarem seus ofícios tomam conta deles quando entram novamente em cena. Tudo, porém, pode ser apenas lembranças do passado, de um tempo sem pandemia.

Direção, Montagem, Pesquisa, Edição e Textos de Rodrigo Cintra

Inspirada em textos, causos, músicas e poesias de Cornélio Pires

Elenco: Rodrigo Cintra, Ivone Martins e Edneu Abud

Execução da música “Justo eu” da banda Alienpovo utilizando controladores para disparar, ao vivo, luzes, projeção e música sem utilizar recursos de pós produção.

Música: Justo Eu
Composição e Interpretação: Pêu Ribeiro
Produção da música original: Pêu Ribeiro e Ítalo Ribeiro
Projeções e Iluminação: Pêu Ribeiro
Figurino: Maria Aparecida Ribeiro

Justo Eu

Justo Eu

Execução da música “Justo eu” da banda Alienpovo utilizando controladores para disparar, ao vivo, luzes, projeção e música sem utilizar recursos de pós produção.

Música: Justo Eu
Composição e Interpretação: Pêu Ribeiro
Produção da música original: Pêu Ribeiro e Ítalo Ribeiro
Projeções e Iluminação: Pêu Ribeiro
Figurino: Maria Aparecida Ribeiro

Vitalino

A possibilidade de carregar um espetáculo dentro de uma caixa e uma história nas mãos, a grandeza da miniatura e a enormidade do mundo no coração do artista solitário. O filme costura o momento presente, quando a pandemia distancia corpos, e adentra o universo onírico inspirado na vida do grande artista Mestre Vitalino. Modelado na linguagem do teatro lambe lambe, esse pequenino espetáculo acontece em cenas do seu universo imaginário.

Dramaturgia , bonecos cenografia e manipulação : Elaine Buzato
Música, desenho de som, gravações externas, montagem de luz : Valter Silva
Voz Vitalino menino : Raquel Buzato Moris
Projeto de luz: Gabriela Cespedes
Orientação artística teatro Lambe Lambe : Varanda Teatro e Gabriela Cespedes
Edição de vídeo : Elaine Buzato

“Carta para dias cinzentos” é um encontro de textos autorais e a música Lua Branca de domínio público da grande compositora brasileira Chiquinha Gonzaga que trás em sua melodia e história o conceito dos textos Insônia e Líquido, expressões atemporais sobre nossos sentimentos.

Interpretação dos textos: Elineu Tomé
Autoria dos textos: Mateus Leite Teles
Interpretação da música: Drusila Marques
Música: Lua Branca, Chiquinha Gonzaga
Edição do vídeo: Mateus Leite Teles

Carta para dias cinzentos

Carta para dias cinzentos

“Carta para dias cinzentos” é um encontro de textos autorais e a música Lua Branca de domínio público da grande compositora brasileira Chiquinha Gonzaga que trás em sua melodia e história o conceito dos textos Insônia e Líquido, expressões atemporais sobre nossos sentimentos.

Interpretação dos textos: Elineu Tomé
Autoria dos textos: Mateus Leite Teles
Interpretação da música: Drusila Marques
Música: Lua Branca, Chiquinha Gonzaga
Edição do vídeo: Mateus Leite Teles

#DEBOCHE

Para atravessar a tristeza do mundo que desaba, debochadamente e sem medos. Pensa e vai e também não pensa, só vai. Mas vai!

Música, composição e edição – Marcio Moraes Filho
Participação em vídeos e criação colaborativa – Mariana Rossi

Em um dia como outro qualquer – no isolamento social, Chiquita se
depara com um visitante inesperado. Mas o que pode acontecer na casa de
uma palhaça? Espetáculo.

Palhaça Chiquita – Geisa Helena
Rato – Erickson Almeida
Roteiro: Geisa Helena e Erickson Almeida
Vídeo: Erickson Almeida
Edição: Geisa Helena
Produção: Palhaços sem Fronteiras Brasil
Melina Marchetti | Ana pessoa | Arthur Toyoshima

Ratuatua

Ratuatua

Em um dia como outro qualquer – no isolamento social, Chiquita se
depara com um visitante inesperado. Mas o que pode acontecer na casa de
uma palhaça? Espetáculo.

Palhaça Chiquita – Geisa Helena
Rato – Erickson Almeida
Roteiro: Geisa Helena e Erickson Almeida
Vídeo: Erickson Almeida
Edição: Geisa Helena
Produção: Palhaços sem Fronteiras Brasil
Melina Marchetti | Ana pessoa | Arthur Toyoshima

Verbatim _ ‘Histórias de espíritos e malassombros’

“Histórias de espíritos e malassombros” é o depoimento real da minha Nona Angelina, 81 anos, companheira de quarentena​. Foi colhido e utilizado como ferramenta de estudo da técnica verbatim em tempos de reclusão. Entre tantas conversas e histórias contadas no café da manhã, almoço e jantar, resolvi gravar e reproduzir as preciosas e emocionantes lembranças da minha italianona preferida!

Atriz: Bruna Moscatelli
Filmagem e edição: Bruno Ducatti

Quando temos um percurso pela cidade, quais são os sons que esse trajeto possui entre nosso ponto de partida e ponto de chegada? Como seria organizar esses sons e transformá-los em uma canção? O que se pode cantar ou dizer de textos nesse tipo de experimento? “Herprojeto – Escuta” traz a experiência de um percurso em registro audiovisual que se transforma numa canção, esse experimento começa entre o centro da Vila São João até a praça Martin Luther King no Trujillo, Sorocaba SP.
Duração 3:36.

Henrique Ravelli: Performance em vídeo, Edição-corte de vídeo, edição de áudio, composição musical a partir dos áudios dos vídeos, Canto, Mixagem, Masterização, Coloração de vídeo.
Produção Executiva: Lamparina Núcleo Cultural

Escuta

Escuta

Quando temos um percurso pela cidade, quais são os sons que esse trajeto possui entre nosso ponto de partida e ponto de chegada? Como seria organizar esses sons e transformá-los em uma canção? O que se pode cantar ou dizer de textos nesse tipo de experimento? “Herprojeto – Escuta” traz a experiência de um percurso em registro audiovisual que se transforma numa canção, esse experimento começa entre o centro da Vila São João até a praça Martin Luther King no Trujillo, Sorocaba SP.
Duração 3:36.

Henrique Ravelli: Performance em vídeo, Edição-corte de vídeo, edição de áudio, composição musical a partir dos áudios dos vídeos, Canto, Mixagem, Masterização, Coloração de vídeo.
Produção Executiva: Lamparina Núcleo Cultural

Poema XX

A performance pretende trazer para o presente o pensamento de Carlos Roberto Mantovani, estabelecendo elos e reflexão do fazer artístico que unirá o teatro e a tecnologia por conta do que vivemos nesse tempo de “novo normal”, causado pela pandemia Covid-19. Estratégia essa para que a arte continua a existir. A performance vem do desejo genuíno de autoexpressão e a urgência em comunicar poeticamente o que nos angustia. Utilizando o material dramatúrgico em questão, busquei, experimentar um novo modelo de “teatralidade”, descobrindo, exercitando e criando em meu corpo (físico, memória e percepção) possibilidades de desenvolvimento e ampliação de potencialidades cênicas de acordo com perspectivas e inquietudes pessoais.


Atriz/criadora: Merlin Kern
Trilha: Marco Bir
Poema: Carlos Roberto Mantovani
Agradecimentos
Desenhos: Antonio Mendoza
Acordeón: Caio Alquati

São 16:16 e o coração está em chamas. O Brasil queima junto com meu coração, o sistema patriarcal engole nossas vontades. À noite não olho pra trás, nem saio na porta de casa depois da meia noite. Os cachorros uivam a noite inteira. Quantas mulheres morrem por dia? Bingo! O presidente da República coça e ri.
U M F A C Ã O C O M O U N I C A A R M A D E U M A M U L H E R S O Z I N H A
Mas o coração ainda bate. Bate bate bate …

Concepção e Performance: Alana Mendes
Cinegrafista: Eduarda Jonz
Colorização: Uriel Penna
Edição, trilha sonora e figurino: Alana Mendes

Coração Nocauteado Continua Batendo

Coração Nocauteado Continua Batendo

São 16:16 e o coração está em chamas. O Brasil queima junto com meu coração, o sistema patriarcal engole nossas vontades. À noite não olho pra trás, nem saio na porta de casa depois da meia noite. Os cachorros uivam a noite inteira. Quantas mulheres morrem por dia? Bingo! O presidente da República coça e ri.
U M F A C Ã O C O M O U N I C A A R M A D E U M A M U L H E R S O Z I N H A
Mas o coração ainda bate. Bate bate bate …

Concepção e Performance: Alana Mendes
Cinegrafista: Eduarda Jonz
Colorização: Uriel Penna
Edição, trilha sonora e figurino: Alana Mendes

TORRE – Projeto XZ: a vida em xeque

O videoclip da música Torre faz parte de XZ: a vida em xeque, projeto que envolve a produção de um álbum musical conceitual com a narrativa baseada no xadrez. Na história, o trabalho do protagonista faz a ponte entre a torre do xadrez e as “torres” da vida real. A canção toca nos problemas da terra e da moradia e sua produção usa sons que lembram o ambiente de construção, recurso reforçado pela sonoridade dos versos. No vídeo, esses temas são ilustrados por recursos de animação e tomadas aéreas.

ARRANJOS: Edu Nali e Tiago Pires
COLABORADORES: Cleber Campos, Gustavo Bugni, Gustavo Sato e Hugo Rafael

PERFORMANCES: BAIXO/Gustavo Sato; BATERIA/Edu Nali; GUITARRA/Tiago Pires; PERCUSSÃO/Cleber Campos; TECLADOS/Gustavo Bugni; VOZES/Hugo Rafael

MIX + MASTER: Edu Nali
ROTEIRO + EDIÇÃO: Felipe Moron
PRODUÇÃO MUSICAL: Tiago Pires

ARTE DA PEÇA DE XADREZ: Fernando Dizing
ANIMAÇÃO DE ABERTURA E TIPOGRAFIA: Rodrigo Godinho

Uma artista preta empresta corpo e voz para a urgência de entregar a colheita. A colheita procura incessantemente ser degustada e assumida por quem a semeou.

Criação, texto, direção, edição, corpo e voz artista: Larissa Alves
Olhar sensível, produção, filmagem e parceria: Natália Martins
Músicas: Nebular Focus – Dan Henig e Quick Trip Into The Stratosphere – I Think I Can Help You (Biblioteca do Youtube)

Brasil – Safra 2.0

Brasil – Safra 2.0

Uma artista preta empresta corpo e voz para a urgência de entregar a colheita. A colheita procura incessantemente ser degustada e assumida por quem a semeou.

Criação, texto, direção, edição, corpo e voz artista: Larissa Alves
Olhar sensível, produção, filmagem e parceria: Natália Martins
Músicas: Nebular Focus – Dan Henig e Quick Trip Into The Stratosphere – I Think I Can Help You (Biblioteca do Youtube)

Amor de Cafeína: tudo o que amamos faz parte de quem nós somos.

Ananda compra ervas na feira e, de repente, encontra consigo mesma ou se vê em outra pessoa? Inspirada, vai para sua cozinha que agora é também um jardim. Lá dentro, sua rotina de preparar um simples café da manhã se torna um ritual particular numa celebração à energia e aos arquétipos de Oxum – Orixá do amor e da prosperidade. Assim como a própria corporeidade e a multiplicidade do ser.

Créditos do vídeo:
Locação: Casatrito e Feira Livre Sorocaba
Produção: Ananda Jacques
Direção de fotografia: Pedro Diniz
Direção de arte, roteiro, cenografia e produção: Ella Vieira
Co-roteirista: Pietro Godinho
Assistente de cenografia e assistente de produção: Eduardo Floresta
Assistente de produção: Eduardo Balhe
Assistente de produção: Paulo Falcadi
Figuração: Galinha Quitéria
Cuidadora da Quitéria: Tetê Rodrigues
Stylist e figuração: Medusa Camargo
Dublê de Ananda Jacques: Karoline Reis
Maquiagem: Kerolim Marcelino
Agradecimentos: Neusa Jacques, Carla Jacques, Caodenado, Casaqueto, Maloca Centro Cultural, Duda Gava Caciatori, Tarragó, Bruno Gabriel, Anderson Nascimento, Luan Fernandes, Felipa Alduína, Douglas Emílio e Braza Filmes.

Créditos da música:
Música, letra, voz, violão e captação: Ananda Jacques
Piano, tambores, mixagem e masterização: Tiago Giovani

A ancestralidade negra é o chão de terra batido que sustenta a morada do pensar brincante. Que corpo é esse, no fundo do abismo do esquecimento, do não lugar no mundo, de dúvidas pulsantes sobre o que ser , como ser e onde ser? Este corpo é o meu, e não só.Reflexões em movimento, linhas de vida, para o sentir, o existir, o atuar, o ser no mundo, com todas as marcas que trago, históricas, genuínas, dolorosas, mas também poéticas. Marcas que me convocam à brincadeira, negra, ancestral, resiliente.

Artista: Vanessa Soares
Músico: Danilo Pastura
Imagens: Vanessa Soares e Danilo Pastura
Edição: Vanessa Soares

Firmamento – Reflexões de um corpo-memória brincante

Firmamento – Reflexões de um corpo-memória brincante

A ancestralidade negra é o chão de terra batido que sustenta a morada do pensar brincante. Que corpo é esse, no fundo do abismo do esquecimento, do não lugar no mundo, de dúvidas pulsantes sobre o que ser , como ser e onde ser? Este corpo é o meu, e não só.Reflexões em movimento, linhas de vida, para o sentir, o existir, o atuar, o ser no mundo, com todas as marcas que trago, históricas, genuínas, dolorosas, mas também poéticas. Marcas que me convocam à brincadeira, negra, ancestral, resiliente.

Artista: Vanessa Soares
Músico: Danilo Pastura
Imagens: Vanessa Soares e Danilo Pastura
Edição: Vanessa Soares

In´Forme instrumental apresenta: Beijo de novela

Beijo de novela é uma das composições do duo In´Forme instrumental onde a guitarra jazz de Flavio Moraes une-se com a percussão alternativa de Rafael Bagdonavicius num mix de originalidade, bom gosto e criatividade, buscando a aproximação com o público, a fim de criar um ambiente único de atmosfera fascinante, capaz de causar sensações e emoções, numa combinação de diversão e entretenimento para toda a família.

Rafael Bagdonavicius
Músico/Arranjador/Produtor musical

Flavio Moraes
Músico/Arranjador/Produtor musical

Um corpo que dança isolado. um estado em colapso. uma casa como palco investigativo para tentar nomear o que acontece lá fora. Como manter a sanidade em meio a uma pandemia mundial? De que forma criamos dispositivos de sobrevivência, para chegar até o fim desta linha que nos direciona? direciona? fim? fim de quê?

Estas foram algumas perguntas lançadas para desenvolver este trabalho criado no ápice do estado de isolamento, causado pela pandemia mundial COVID-19.

Pesquisa e criação: Lucas Moraes
Edição: Henrique Ravelli
Pesquisa Sonora: Henrique Ravelli

QUEDA – Isolamento Sobre corpo.

QUEDA – Isolamento Sobre corpo.

Um corpo que dança isolado. um estado em colapso. uma casa como palco investigativo para tentar nomear o que acontece lá fora. Como manter a sanidade em meio a uma pandemia mundial? De que forma criamos dispositivos de sobrevivência, para chegar até o fim desta linha que nos direciona? direciona? fim? fim de quê?

Estas foram algumas perguntas lançadas para desenvolver este trabalho criado no ápice do estado de isolamento, causado pela pandemia mundial COVID-19.

Pesquisa e criação: Lucas Moraes
Edição: Henrique Ravelli
Pesquisa Sonora: Henrique Ravelli

IV Movimento da Sonata para guitarra de Antonio Jose

Estreando em seu primeiro concerto internacional pela Odeon Guitar sediada em Nova Iorque. Gabriele Leite realiza um recital online, dentre qual é extraído o IV movimento da Sonata para guitarra de Antonio José obra descoberta muitos anos após a morte do compositor. Tem como principal material a ação que executou o compositor no ano de 1936, utilizando recursos musicais, dentre os quais cabe mencionar ritmo e ostinato, uma lembrança dolorosa dos vários tiros das metralhadoras.

Produção executiva, Produção artística, cenário, figurino, composição artística, pesquisa por Gabriele Leite.

Meus sonhos se apagam por um instante, fujo de mim, e me encontro com minha arte, só eu e ela, a sós, ela me olha, me tira de mim e me busca, sangra meus vazios, expõe minhas fraquezas e libera minhas forças, liberta meus instintos, me cura de mim.
Chove muito aqui dentro, anseios, lembranças, a vontade do que não chegou a ser, mas minha arte me resgata! Ela me salva. Eu vejo novamente uma estrada a ser trilhada.
Aproximando-nos de nós mesmos, longe do mundo, longe do outro. Próximo de mim…

Bailarina intérprete-criadora – Cynthia Ferraz
Produção e Edição: Cynthia Ferraz
Câmera – Michel F.M.

Próximo de mim

Próximo de mim

Meus sonhos se apagam por um instante, fujo de mim, e me encontro com minha arte, só eu e ela, a sós, ela me olha, me tira de mim e me busca, sangra meus vazios, expõe minhas fraquezas e libera minhas forças, liberta meus instintos, me cura de mim.
Chove muito aqui dentro, anseios, lembranças, a vontade do que não chegou a ser, mas minha arte me resgata! Ela me salva. Eu vejo novamente uma estrada a ser trilhada.
Aproximando-nos de nós mesmos, longe do mundo, longe do outro. Próximo de mim…

Bailarina intérprete-criadora – Cynthia Ferraz
Produção e Edição: Cynthia Ferraz
Câmera – Michel F.M.

Eu, Baleia

Para curar o espírito, o corpo transcende sua forma humana para dialogar com as profundezas da existência. ‘Eu, Baleia’ é a tentativa de se lembrar.

Concepção, direção e edição:
Camila Fontenele

Direção de fotografia:
Malu Aguiar

Orientação:
Allan Yzumizawa

“Tubo de ensaio” apresenta visual e sonoramente a proposta da multi-artista Natalie Mess.
A produção aborda pensamentos intrusivos e obsessivos em uma letra curta e repetitiva e de sonoridade agressiva, mas envolvente.
Parte de texturas híbridas, luzes e códigos para explorar sua pesquisa sobre corpo e imagem, com captações em baixa e alta qualidade num mesmo plano, negando a simulação de uma estética noventista, e abraçando o hibridismo do contemporâneo.

Música:
Composição e Intérprete: Natalie Mess
Arranjo e produção musical: Pêu Ribeiro

Vídeo:
Performance: Natalie Mess
Captação: Natalie Mess, Juliana de Faria, Laís Rosa Paiva
Projeção: Natalie Mess
Edição: Natalie Mess

Material produzido a partir de captações originais e apropriação de imagens de livre atribuição.

Tubo de Ensaio

Tubo de Ensaio

“Tubo de ensaio” apresenta visual e sonoramente a proposta da multi-artista Natalie Mess.
A produção aborda pensamentos intrusivos e obsessivos em uma letra curta e repetitiva e de sonoridade agressiva, mas envolvente.
Parte de texturas híbridas, luzes e códigos para explorar sua pesquisa sobre corpo e imagem, com captações em baixa e alta qualidade num mesmo plano, negando a simulação de uma estética noventista, e abraçando o hibridismo do contemporâneo.

Música:
Composição e Intérprete: Natalie Mess
Arranjo e produção musical: Pêu Ribeiro

Vídeo:
Performance: Natalie Mess
Captação: Natalie Mess, Juliana de Faria, Laís Rosa Paiva
Projeção: Natalie Mess
Edição: Natalie Mess

Material produzido a partir de captações originais e apropriação de imagens de livre atribuição.