O caminhar, quase fúnebre, longe e agudo sobre pedras de paisagens contaminadas. Mesmo com a falta de ar, destruo enquanto ação, não sabendo o que veio/vem depois ou antes.

Agradecimentos: Douglas Emilio, Felipe Alduina, Ella Vieira, Aline Nieri, Isabela Mariano, Ketlyn Azevedo, Larissa Maria, Lola Sudário, Maria Helena, Mauro Tanaka, Merlin Kern, Silvana Sarti, Victor X, Gilsamara Moura, Ciane Fernandes, Cristian Duarte, Rosalina Burgos.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Lista de Compras

Pamdora

Lista de Compras

Pamdora

O caminhar, quase fúnebre, longe e agudo sobre pedras de paisagens contaminadas. Mesmo com a falta de ar, destruo enquanto ação, não sabendo o que veio/vem depois ou antes.

Agradecimentos: Douglas Emilio, Felipe Alduina, Ella Vieira, Aline Nieri, Isabela Mariano, Ketlyn Azevedo, Larissa Maria, Lola Sudário, Maria Helena, Mauro Tanaka, Merlin Kern, Silvana Sarti, Victor X, Gilsamara Moura, Ciane Fernandes, Cristian Duarte, Rosalina Burgos.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

si.lá.bi.ca – sobre o nada

Ketlyn Azevedo

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Produzir a partir da linguagem da colagem, novas narrativas com imagens, buscando refletir e explorar as possibilidades e potencialidades de criação por meio dessa arte.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Sem Título

Larissa Maria

Sem Título

Larissa Maria

Produzir a partir da linguagem da colagem, novas narrativas com imagens, buscando refletir e explorar as possibilidades e potencialidades de criação por meio dessa arte.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Quiçá

Lola Sudário

Palavra, solista na codependência da linguagem Quando se junta vira frase, pergunta. Encarna no gesto, se movimenta. Ser arrancada das palavras é quando nada se move além delas mesmas. Viver nas palavras é com elas movimentar memória, corpo, voz, criação.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Nos tempos atuais, com a escalada da intolerância em todos os aspectos, incluindo a racial e que reflete sobre a religião, temos visto o aumento das denúncias de violência contra as religiões de matriz africana e indígena em nosso país. Este vídeo faz um recorte específico de um caso onde a empresa Lacta teve de alterar o nome de um bombom chamado Feitiçaria por pressão dos neopentecostais. São tempos obscuros mas seguimos fazendo resistência, desde 1492.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Feitiçaria

Mauro Tanaka

Feitiçaria

Mauro Tanaka

Nos tempos atuais, com a escalada da intolerância em todos os aspectos, incluindo a racial e que reflete sobre a religião, temos visto o aumento das denúncias de violência contra as religiões de matriz africana e indígena em nosso país. Este vídeo faz um recorte específico de um caso onde a empresa Lacta teve de alterar o nome de um bombom chamado Feitiçaria por pressão dos neopentecostais. São tempos obscuros mas seguimos fazendo resistência, desde 1492.

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

A Fera

Merlin Kern

Trazer à tona a angústia de amar, de se devotar, de desprezar-se mutuamente. O que você faria por amor? Na decisão prevalece a paixão, a maior culpada pelos males humanos

Atriz /Criadora: Merlin Kern
Trilha: Maurício Toco e Rolando Beltran
Desenho: Antonio Mendoza
Fotos: Acervo Internet Trecho de “Medéia” – Material de Heiner Müller

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

O “não pertencimento” impulsiona o corpo à buscar seu espaço, Velas iluminam os caminhos e revelam vidas que brotam do concreto. Uma jornada de cura, corpo que se destrói e reconstrói. A reivindicação do “eu sagrado”.

Ficha Técnica:
Performer, Direção & Edição: Victor X
Filmagem e Fotografia: Michele Muniz ( Sol )

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

SOMOS

Victor X

SOMOS

Victor X

O “não pertencimento” impulsiona o corpo à buscar seu espaço, Velas iluminam os caminhos e revelam vidas que brotam do concreto. Uma jornada de cura, corpo que se destrói e reconstrói. A reivindicação do “eu sagrado”.

Ficha Técnica:
Performer, Direção & Edição: Victor X
Filmagem e Fotografia: Michele Muniz ( Sol )

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Vida Líquida

Aline Nieri

Os líquidos não conservam uma forma por muito tempo e estão constantemente dispostos a mudar. Liquidez como metáfora para tratar de entender a fase atual da história da modernidade. Tempos de pandemia, de vida plástica, em que o ar falta, a água base de oxigenação se contamina e o ser humano que morre por não encontrar equilíbrio no seu mais amplo sentido criativo vital.

Criação: Aline Nieri
Colaboração: Andy Felipe Pizarro e VanGour
Música: Anton Webern – String Quartet, Op.28 (1938)
Locação: Finca Ecológica Ekachakra – Catemu/ Chile
Captação de imagens: VanGour
Edição de vídeo: VanGour
Produção audiovisual: Palo Santo Estudio
Gravado com Câmera de Celular

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Duas mulheres nascidas na década de 1960 que vivem intensamente sua jovialidade e ativismo e buscam realizar seus sonhos. Observam sua realidade e encontram modos de sobreviver a um mundo caótico, em ruínas. Encontram frestas para driblar os percalços, sendo felizes o possível. Cultivam a ancestralidade e peculiaridades próprias, sem amarras. Ressignificam fragilidades, diante desse mundo tão violento e impositivo.

Concepção, fotos e atuação: Maria Helena Barbosa e Silvana Sarti
Direção: O grupo
Desenhos: Silvana Sarti
Filmagem: Isa Anhaia
Edição: Maria Helena Barbosa

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

Margaridas. O corte e a cura

Maria Helena Barbosa e Silvana Sarti

Margaridas. O corte e a cura

Maria Helena Barbosa e Silvana Sarti

Duas mulheres nascidas na década de 1960 que vivem intensamente sua jovialidade e ativismo e buscam realizar seus sonhos. Observam sua realidade e encontram modos de sobreviver a um mundo caótico, em ruínas. Encontram frestas para driblar os percalços, sendo felizes o possível. Cultivam a ancestralidade e peculiaridades próprias, sem amarras. Ressignificam fragilidades, diante desse mundo tão violento e impositivo.

Concepção, fotos e atuação: Maria Helena Barbosa e Silvana Sarti
Direção: O grupo
Desenhos: Silvana Sarti
Filmagem: Isa Anhaia
Edição: Maria Helena Barbosa

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Vídeo performance produzida na “Incubadora de Estudos Performativos”, do Festival de Artes Híbridas – 2021.

QUEM SOMOS

DOUGLAS EMÍLIO

Idealizador e Coordenador

Artista-pesquisador e Educador. Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA); Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (UFBA); Licenciado em Teatro/ Arte Educação (UNISO); formado pelo Método de Reeducação do Movimento – Ivaldo Bertazzo (Escola do Movimento); fez intercambio com as Escolas Trinity Laban Centre (Londres), Summer School P.A.R.T.S (Bruxelas), Les Ballets C de la B (Gent) e Tanztheater Wuppertal Pina Bausch (Wuppertal). Atualmente, além de realizar seus próprios trabalhos como artista-solista é pesquisador associado ao grupo de pesquisa Ágora: modos de ser em Dança (PPGDança – UFBA/CNPq), e Human Connection Project 2018-2020 (Harvard University – ECA/USP).

FELIPE ALDUINA

Assistente de Coordenação

Artista-pesquisadore e Prof. de Arte. Graduade em licenciatura em Dança pela Universidade de Sorocaba (UNISO); Idealizadore e artista da Dança no Projeto: Transcoreografar a Cidade (ProAC-2019); Estuda Filosofia Política e é prof. assistente de Dança Contemporânea em Parque da Autonomia – Votorantim/SP; Artista-pesquisadore na C.U.C.E.T.A. (Coletivo Urbano de Criação Estética Temporária Artística); Orientadore social na APAE Sorocaba; Artista da dança-pesquisadore no Projeto: Dança Transitória (LINC/Sorocaba – 2018); Integrante dos grupos Coletivo Incorpóreo (2017) e Katharsis Teatro (2017-2019); Co-fundadore, intérprete e preparadore corporal do Grupo Teatral Gente de Quem? – Cerquilho/SP (2013-2018) e da Mostra Teatral de Cerquilho

FELIPE ALDUINA

Assistente de Coordenação

Artista-pesquisadore e Prof. de Arte. Graduade em licenciatura em Dança pela Universidade de Sorocaba (UNISO); Idealizadore e artista da Dança no Projeto: Transcoreografar a Cidade (ProAC-2019); Estuda Filosofia Política e é prof. assistente de Dança Contemporânea em Parque da Autonomia – Votorantim/SP; Artista-pesquisadore na C.U.C.E.T.A. (Coletivo Urbano de Criação Estética Temporária Artística); Orientadore social na APAE Sorocaba; Artista da dança-pesquisadore no Projeto: Dança Transitória (LINC/Sorocaba – 2018); Integrante dos grupos Coletivo Incorpóreo (2017) e Katharsis Teatro (2017-2019); Co-fundadore, intérprete e preparadore corporal do Grupo Teatral Gente de Quem? – Cerquilho/SP (2013-2018) e da Mostra Teatral de Cerquilho

CIANE FERNANDES

Artista convidada

Ciane Fernandes é professora titular da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e uma das fundadoras do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas desta universidade; mestre e Ph.D. em Artes & Humanidades para Intérpretes das Artes Cênicas pela New York University, Analista de Movimento pelo Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (New York), de onde é pesquisadora associada. Fundadora, diretora e performer do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA desde 1997.

CRISTIAN DUARTE

Artista convidado

Cristian Duarte é coreógrafo paulistano formado pelo Estúdio e Cia Nova Dança em São Paulo (2000) e graduado pela P.A.R.T.S. em Bruxelas (2002). Sua prática artística tem sido marcada pela criação de contextos para experimentação e formação em dança como a residência artística Lote, que além de estimular práticas de trabalho compartilhado foi cosmo fundamental da sua ação coreográfica entre 2011-2018. Atualmente desenvolve seu trabalho em um desdobramento desse contexto definido como uma condição e chamado de Z0NA.

CRISTIAN DUARTE

Artista convidado

Cristian Duarte é coreógrafo paulistano formado pelo Estúdio e Cia Nova Dança em São Paulo (2000) e graduado pela P.A.R.T.S. em Bruxelas (2002). Sua prática artística tem sido marcada pela criação de contextos para experimentação e formação em dança como a residência artística Lote, que além de estimular práticas de trabalho compartilhado foi cosmo fundamental da sua ação coreográfica entre 2011-2018. Atualmente desenvolve seu trabalho em um desdobramento desse contexto definido como uma condição e chamado de Z0NA.

GILSAMARA MOURA

Artista convidada

Líder do grupo de pesquisa ÁGORA: modos de ser em dança. Pós-doutora em Dança e Política pela Université Côte d’Azur. Doutora em Comunicação e Semiótica com pesquisa em Políticas Públicas em Dança. Docente da Universidade Federal da Bahia. Artista da dança e consultora de projetos culturais.  Atua como dançarina e professora em vários países da América do Sul e da Europa. Curadora e coordenadora do Festival Internacional de Dança de Araraquara, do Festival Boi Estrela de Igatu (Bahia) e do ORIzzontale: incontri per estar (Itália).